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Tudo o que você precisa saber sobre segurança condominial

A segurança condominial é uma preocupação constante para síndicos. Afinal, a maioria das pessoas que decidem morar em um condomínio buscam por maior proteção. Neste sentido, boas práticas e novas soluções devem sempre estar “no radar”.

São muitos os recursos que podem ser utilizados para promover a segurança condominial. Mas, além de estar por dentro  das novidades do mercado, o síndico também precisa estar atento às suas responsabilidades para escolher as alternativas mais viáveis para a realidade do condomínio.

Para te ajudar, fizemos neste artigo um resumo de tudo o que você precisa saber para a segurança condominial no seu empreendimento. Confira!

O que é responsabilidade do síndico com relação à segurança condominial?

A segurança condominial deve ser baseada em três pilares, que precisam trabalhar em total sincronismo: mão de obra especializada e treinada, aparato tecnológico e medidas preventivas do condômino.

Ou seja, mesmo com um sistema de segurança altamente sofisticado, a sua eficácia pode ser comprometida pelo descumprimento dos procedimentos de controle de acesso por parte de porteiros, moradores ou prestadores de serviço terceirizados.

Sendo assim, além da instalação de conjuntos de equipamentos, como sistemas de câmeras e de controle de portaria integrados, eclusas e alarmes, o síndico deve exigir um comportamento preventivo de todos para reforçar a segurança e prevenir a ocorrência de delitos.

Para isso, o síndico tem como responsabilidade definir:

  • Protocolos básicos de segurança;
  • Regras de condutas dos moradores voltadas para a segurança;
  • Atribuições dos porteiros e vigilantes;
  • Normas de atendimento de entregadores e prestadores de serviços.

É a partir dessas definições que o condomínio tem a possibilidade de ter segurança condominial.

5 passos para garantir segurança condominial

1. Identifique as vulnerabilidades na segurança

Antes de tomar decisões sobre a segurança condominial, saiba o que pode estar tornando o ambiente vulnerável, como:

  • Falhas de análise de riscos potenciais e reais;
  • Falta de equipamentos essenciais que dificultem a ação de criminosos;
  • Ausência de treinamentos de segurança para porteiros e funcionários;
  • Falta de procedimentos que visam normatizar as rotinas diárias;
  • Situações extraordinárias.

2. Envolva os moradores na responsabilidade pela segurança

É importante lembrar que os moradores também têm o papel de proteger o empreendimento por meio de atitudes simples no dia a dia, como:

  • Não deixar a chave do apartamento/casa ou do carro na portaria ou com terceiros. Caso seja necessário, é mais seguro combinar com um vizinho ou familiar;
  • Ao entrar e sair do condomínio, a pé ou de carro, checar as imediações e observar possíveis atividades suspeitas – especialmente durante a noite;
  • Evitar acionar os portões de longas distâncias;
  • Quando utilizar o acesso de pedestres, não permitir a entrada simultânea de outras pessoas que se aproximem ou tentem aproveitar a abertura do portão.

3. Tenha atenção ao contratar e treinar funcionários

Ao contratar novos colaboradores ou prestadores de serviços, o síndico deve checar os antecedentes dos candidatos e dar preferência para profissionais que tenham referências. O mesmo vale para os moradores na contratação de empregados domésticos e outros tipos de serviços.

É de fundamental importância que os funcionários do condomínio passem por treinamentos constantes com o objetivo de reforçar as principais normas de segurança condominial, como:

  • Desconfiar de entregadores e encomendas não solicitadas ou que não saibam dizer o nome do morador;
  • Desconfiar de pessoas muito bem vestidas que tentam não apresentar identificação;
  • Desconfiar de pessoas que se dizem técnicos (telefone, gás, TV etc.), mas não saibam informar o nome do morador ou da unidade em que o serviço será realizado;
  • Não fornecer informações sobre o condomínio e seus moradores;
  • Não permitir a entrada de estranhos sem autorização;
  • Não revelar detalhes sobre o sistema de segurança;
  • Observar comportamentos estranhos ao redor do condomínio;
  • Impedir que pessoas que se aproximam dos moradores tentem entrar junto no condomínio.

4. Mantenha a rigidez na entrada e na saída de estranhos

Um dos pontos mais sensíveis em um condomínio é o controle da entrada e da saída de visitantes e prestadores de serviços.

Para manter a segurança condominial, funcionários e condôminos devem ser orientados a seguir procedimentos de segurança, como:

  • Durante a realização de eventos no salão de festas, solicitar uma lista com nome completo dos convidados e de seus acompanhantes;
  • Estabelecer regras para a locação de veraneio por meio de aplicativos;
  • Não autorizar o ingresso de pessoas sem a autorização dos moradores;
  • Não liberar a entrada de entregadores no condomínio, sendo necessário que sejam recebidos pelos condôminos na portaria;
  • Não permitir a entrada de pessoas sem identificação.

5. Invista em tecnologia para segurança em condomínio

Hoje, o mercado oferece uma série de soluções para melhorar a segurança em condomínio por meio da tecnologia. Além de circuitos internos de TV, câmeras, alarmes e sensores de presença, outras tecnologias podem ajudar a melhorar a proteção de moradores e funcionários.

É o caso da portaria remota. Com essa solução, todo o controle de acesso ao condomínio é feito a distância, 24 horas por dia, por meio de uma empresa e com profissionais especializados. Como a portaria é o ponto mais vulnerável de um condomínio, é preciso contar com soluções como essa para garantir a segurança condominial.

O Porter Group é referência em soluções tecnológicas para segurança condominial. Além de sistema de portaria remota, oferece muitos outros recursos que podem ser úteis para a proteção do seu condomínio. Para saber mais, fale com um de nossos especialistas.

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Porter Group

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